(As frases não correspondem à fala real da nossa queridíssima Dilma)

"Ai! Se me perguntarem sobre meus codinomes da época daquela maldita ditadura eu tô ferrada, lascada e fudida".

"Piquem uns pedacinhos de salsicha, misturem em um pouco de água com urucum, taquem dentro de um pãozinho e distribuam para esses infelizes e não se esqueçam de falar que fui eu quem mandou matar a fome deles".

"Era só o que me faltava né, Luluzinha! Me fazer botar a mão nesse prato asqueroso e fétido para fazer de conta que eu ponho a mão na massa. Você me paga!"

"Isso mesmo, Classe F. Vão sonhando que a fome e a pobreza se dissiparão no meu mandato. Pelo menos sonhar vocês podem; por enquanto não cobrarei imposto para isso".

"Pobre, marginal, filho da derrota, você já tem dezesseis aninhos? Então vamos votar na titia Dilma, combinado?"

"Hehehe... claro que sim, meu amor. Eu adoro me fantasiar de pipoca, ficar no meio dessa linda multidão suada com você e sua querida turminha".

"Ficarão aqui! Pelados e ajoelhados no milho até virarem gente! Nada de projetos pró-juventude; vocês precisam é de uma bela de uma surra arranca-couro e ai de quem discordar!"

"Aposto que essa boquinha venezuelana tem o gosto do perigo..."

"Taí! Um novo mundo... eu sonho com um mundo novo: eu na minha Ferrari vermelho sangue, ouvindo um prelúdio de Bach, intercalando minha sede entre uma champagne Perrier-Jouët e uma refrescante água Perrier enquanto degusto meu caviar escrevendo cartas para Elizabeth Taylor com minha caríssima caneta Mon Blanc."

"Um pio... um pio sequer e eu mando fazer uma gaiola elétrica ligada a 3 mil Voltz e envio todos vocês para lá, seus hipócritas indecentes!"

"Hum...deixe-me ver se tudo que eu tenho que falar para seduzir os tolinhos está aqui:

investir na educação - confere!;
instituir casas de apoio aos usuários de drogas - confere!;
prosseguir com o Bolsa Família - confere!;
diminuir o índice de mortalidade materna e infantil - confere!;
mais policiamento nas ruas - confere!;
acho que deve colocar mais algumas coisinhas para encher linguiça".

"Finge que tá gostoso, muié!"
"Mas eu tenho mesmo que comer essa comida de Tapajós para fazer o estilo apreciadora das diversidades?"

"E eu hei ordenar aos meus súditos que coloquem minha estátua assim bem na entrada do Parlamento..."