(As frases não correspondem à fala real da nossa queridíssima Dilma)

"Canjiquinha? Que nojo! Não tô acreditando que vou ter que comer comida de pintinho e fazer média com esses infelizes desgraçados!"

"Fique bem longe de mim, seu pateta inútil!"

"Viu só? Os babaquinhas acreditaram em tudo que eu disse..."

"Olha isso, véi. O cara tá me fotografando com uma Tekpix. Francamente..."

"Ora essa... Te enxerga, oh playboy! É você e sua classe horrenda que pagam o meu caviar."

"Escute aqui, sua infame danada. Já é demais eu ter que usar esse capacete horroroso. Por isso, preste bem atenção: odeio pessoas torpes e esse beijo dói mais em mim do que em você."
"Pobres, nefastos, idiotas, sem cultura... vocês moram no meu coração."

"Eu tô por aqui com essa gentinha desqualificada que fica me cobrando mudanças... Logo eu que já mudei toda a minha mobília!"

"Hihihi... pois é, menina. Eu esqueci que aqueles milhões eram pra verba e acabei comprando um apê."

"Putz! Que coisa mais brega..."

"Toma isso, seu verme maldito! Nunca mais me peça pra aumentar o salário dos pobres!"
"Eu não acredito que eu vou ter que entrar nesta casa nojenta fedida a feijão só pra fazer a linha 'Amiga dos Seres Inferiores'! Meu marketeiro me paga!"
"Pobre, aperta o 'Curtir' lá no meu Face pra concorrer a uma bolsa de estudo".

"Tchau, assalariados de uma figa. Vou-me embora pra Cancún".

"Se o senhor acha que eu ganho muito, está muito enganado. Meu salário mal dá para pagar os Da Vinci, os Portinari e os Dali que compro mensalmente para compor minha pinacoteca".

"Essa classe de sub-humanos precisa é disso aqui, ó!"

"Olha que eu lhe corto o dedinho, hein?"


"É... pensando bem não seria má ideia usar essa verbazinha mixuruca pra comprar minha tão sonhada mansão nos Alpes.."

"Mas meu filho, pra que que eu vou perder meu precioso tempo me envolvendo em projetos sociais em prol da sociedade menos favorecida se pobre é a última coisa que eu serei na vida!? Não me preocupo com ralé".
"Já vi que vou ter que ficar nesse carrinho fedorento e barato o dia inteiro. Pra piorar, tenho que deixar o vidro aberto para sorrir para essa gentinha asquerosa e respirar o mesmo ar que esses animais de quinta".
"Ô-ô-ô-ô!!! My brother..."

"Tchau, pobretões horrendos! Vou tomar um banho de sais e relaxar lendo Camões".

"Ai, meu Deus do céu. Eu mereço. O que que eu não faço por uma Presidência?"

"E nessa loucura de dizer que não te quero,
Vou negando as aparências,
Disfarçando as evidências..."

"Finge que gosta de mim que eu voto em você".

"Parecia um tijolo".

"Pois é. Parecia um Cheetos".

"!


"Troféu joinha pros mané que votaro em mim aê. Tamo junto. Beijomisquece, caramba!"

"Blargh! Eca! Feijoada é comida de pobre insignificante. Que nojo!"

"Chi-cle-tzi! Foi isso que ele disse antes de deixar o bordel"

"Corrupta não, meu caro! Alto lá! Espertinha é o que sou".

"Ai! Se me perguntarem sobre meus codinomes da época daquela maldita ditadura eu tô ferrada, lascada e fudida".

"Piquem uns pedacinhos de salsicha, misturem em um pouco de água com urucum, taquem dentro de um pãozinho e distribuam para esses infelizes e não se esqueçam de falar que fui eu quem mandou matar a fome deles".

"Era só o que me faltava né, Luluzinha! Me fazer botar a mão nesse prato asqueroso e fétido para fazer de conta que eu ponho a mão na massa. Você me paga!"

"Isso mesmo, Classe F. Vão sonhando que a fome e a pobreza se dissiparão no meu mandato. Pelo menos sonhar vocês podem; por enquanto não cobrarei imposto para isso".

"Pobre, marginal, filho da derrota, você já tem dezesseis aninhos? Então vamos votar na titia Dilma, combinado?"

"Hehehe... claro que sim, meu amor. Eu adoro me fantasiar de pipoca, ficar no meio dessa linda multidão suada com você e sua querida turminha".

"Ficarão aqui! Pelados e ajoelhados no milho até virarem gente! Nada de projetos pró-juventude; vocês precisam é de uma bela de uma surra arranca-couro e ai de quem discordar!"

"Aposto que essa boquinha venezuelana tem o gosto do perigo..."

"Taí! Um novo mundo... eu sonho com um mundo novo: eu na minha Ferrari vermelho sangue, ouvindo um prelúdio de Bach, intercalando minha sede entre uma champagne Perrier-Jouët e uma refrescante água Perrier enquanto degusto meu caviar escrevendo cartas para Elizabeth Taylor com minha caríssima caneta Mon Blanc."

"Um pio... um pio sequer e eu mando fazer uma gaiola elétrica ligada a 3 mil Voltz e envio todos vocês para lá, seus hipócritas indecentes!"

"Hum...deixe-me ver se tudo que eu tenho que falar para seduzir os tolinhos está aqui:

investir na educação - confere!;
instituir casas de apoio aos usuários de drogas - confere!;
prosseguir com o Bolsa Família - confere!;
diminuir o índice de mortalidade materna e infantil - confere!;
mais policiamento nas ruas - confere!;
acho que deve colocar mais algumas coisinhas para encher linguiça".

"Finge que tá gostoso, muié!"
"Mas eu tenho mesmo que comer essa comida de Tapajós para fazer o estilo apreciadora das diversidades?"

"E eu hei ordenar aos meus súditos que coloquem minha estátua assim bem na entrada do Parlamento..."

"Está lá no décimo andar dentro do meu cofre, em uma caixa coberta de esmeraldas naquele quarto onde estão os Monet e os Picasso"

"Ahaha! É mesmo; e para piorar trazem essa faixazinha medíocre dizendo que eu serei a Salvadora deles..."

"Jumentos! Ordinários! Quantas vezes eu vou ter que explicar que eu não estou nem aí se vocês vivem na miséria ou não?"

"Ahahahaha! Como eu gosto de fazer de boba essa gentalha... e eles ainda acham que eu ligo pra essas baboseiras de Pré-Sal e Bolsa Família!"

"Sujos e quadrúpedes é o que são. E eu ainda tenho que fazer média com esses inúteis usando esse chapéu ridículo e imundo para tentar ganhar essa porra de Presidência".

"Ahahaha! Como podem ser tão idiotas! Gente mesquinha, nunca ouviram falar na tática de ludibriar mentes inúteis..."